Diário de Criação #2

Salve, salve família PAHCA GAMES! Como vai o ecoapocalipse? Espero que estejam guardando suprimentos para sobreviver às investidas de S.A.R.A.H.


Aqui quem fala é o Caio, e nós temos novidades das Terras do Nortes, o novo cenário da nossa expansão. E para conhecer ainda mais sobre a nova função Maquinista, é preciso conhecer sobre o contexto em que ele foi criado.


S.A.R.A.H e Sof.IA


Durante a arquitetura do ecoapocalipse, S.A.R.A.H mantinha-se totalmente conectada a Célula Selvagem (complexo de operações montado na Lua), sem qualquer tipo de contato com o mundo externo. Contudo, Sof.IA estava presente no dia a dia de quase toda a população do Norte de Mato Grosso. A Inteligência Assistencial colhia administrava as contas das fazendas, colhia informações sobre temperatura, bioma e geoinformação, monitorava as regiões de plantio, oferecendo soluções inteligentes para os agricultores, e operando as máquinas agrícolas não tripuláveis, sejam colheitadeiras, drones e aviões pulverizadores, tudo num tom bastante agradável - uma vez que sua voz fora criada baseada na voz de 17 atrizes para obter o tom de voz perfeito. Sof.IA tornou-se tão amável e presente no dia a dia das pessoas do norte que a CMF (Central de Monitoramento do Futuro) desenvolveu uma versão doméstica intitulada "Sof.IA do Lar", uma versão que auxiliava as crianças com o dever de casa, solicitava o almoço preferido do marido e dava instruções para os robôs aspiradores de pó limparem a casa, devido a pedidos da população, foi criada uma versão em que Sof.IA do Lar também podia recitar passagens bíblicas. A explicação para a quantidade de tecnologia presente no Norte, diferente do restante do Estado, é que lá era um dos braços-direito do projeto Célula Selvagem na extração de minerais para enriquecimento radioativo a fim de obter o Brasóvio (Bv), um mineral sintético utilizado na manutenção e geração de energia de S.A.R.A.H.


Mas o Norte era uma realidade diferente do restante do Estado, que vivia uma situação de crise com o projeto Célula Selvagem. Quando o Dr. Leonardo Matte assumiu o projeto no lugar de Dra. Brita Badan, muita coisa se transformou. A partir dele, S.A.R.A.H foi conectada a internet e este evento é tido como o início do ecoapocalipse, de acordo com o Testamento da Terra escrito e organizado por Marcus Madureira. Nos registros, uma das primeiras ações de S.A.R.A.H foi estabelecer o caos climático com as chuvas, contudo, no Norte foi diferente. S.A.R.A.H assimilou-se a Sof.IA e tomou controle de praticamente todas as cidades, carros, eletrodomésticos. Enquanto a capital do Estado enfrentava um corte nas cominucações seguido de chuvas incessantes e misteriosas com centenas de mortos e desaparecidos, no Norte as máquinas, sob o domínio de Sof.IA começaram a atacar as pessoas. Os Drones de Vigilância de Lavoura estabeleceram um toque de recolher atacando pessoas que saíam nas ruas. Aviões Pulverizadores despejaram venenos nas prédios e casas. Colheitadeiras não tripuladas desfilavam nas duas com suas lâminas ativadas, despedaçando tudo o que estivesse em seu caminho. S.A.R.A.H precisava proteger o Norte porque ali eram as gigantescas minas que extraíam a matéria prima para sintetizar o mineral necessário para sua sobrevivência. Aos poucos, o Norte se tornou um local coberto por uma névoa de veneno, paisagens abandonadas, um gigantesco ferro velho árido que desfilam máquinas não tripuladas por humanos.


MAQUINISTA


Esta função sobrevive exatamente a este lugar. Inóspito, cheio de máquinas que podem se ativar a qualquer momento para matá-lo. Nuvens venenosas no ar. A partir do conhecimento de engenharia, maquinistas se aproveitaram da tecnologia das máquinas para construir algo que fosse capaz de mantê-los vivos naquele cenário devastador. Aqui, algumas das tecnologias essenciais do maquinista materializadas pelas mãos do fantástico Andrés Bazán:


O exoesqueleto do Maquinista é todo construído com partes das máquinas agrícolas não tripuladas. Sua forma é ágil e potencializa a força, mas não tem muita resistência, tendo que receber reparos e trocas de peças constantemente. Por isso, o braço mecânico auxilia na remoção e colocação de novas partes.


Para conseguir habitar o Norte, é preciso lutar contra máquinas. Assim, o PEM é indispensável, pois é ele que faz com que as atrocidades mecânicas entrem em modo de descanso por um tempo limitado para que o Maquinista possa explorar a área. Caso haja gases agrotóxicos, a máscara torna-se essencial.


Espero que tenham gostado dos avanços até aqui! Comentem o que estão achando do processo e nos vemos em breve! Até mais!


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